Para mim, o mais bonito em ser mãe é exatamente a rotina, o dia-a-dia, cada fase, cada conquista. Mas existe um dia no calendário para que possamos parar tudo especialmente para homenagear as mães, por todos os dias, anos, décadas de amor. E aqui estamos.
O texto de hoje pertence à uma pessoa incrível que eu amo tanto, tanto, tanto. Tão generosa, tão grandiosa a ponto de dividir comigo a doce e (imensamente) linda rotina de ser mãe. Sim! Estou falando da Ju, mãe da Sophia. Como disse minha mãe em um texto lindo que escreveu
AQUI para a nossa família. Eu sou mãe, sem de fato ser mãe, sou mãe de alma, desde pequenina. Ajudei a cuidar da Juliana (sou a primogênita), por 3 anos ajudei a criar a Chantal, uma criança que amei e amo muito até hoje, a qual tirei da creche onde aos 15 anos fui voluntária no berçario. A ensinei a falar, andar, desfraldei, alimentei, dei mamadeira, coloquei pra dormir..até que um dia, sua mãe biológica a tirou de nós...talvez eu conte em uma outra oportunidade.
Há 04 anos "engravidei" junto com minha irmã. Conhecendo meu sonho de ser mãe, ela não só permitu que eu participasse de tudo, como experimentasse - de fato - o que é ser mãe, no dia-a-dia. A Ju ficou em casa até que a Sophia completasse 7 meses, depois com o coração partido voltou a trabalhar e estudar à noite, estava para se formar quando engravidou da Sophia. Então, eu e a minha mãe "demos cobertura". Eu vi, vivi todas, simplesmente todas as fases de Sophia. De perto, atuando. Estive lá quando nasceu, quando chegou da maternidade (31 dias depois de nascer, ela é prematura), estive lá em praticamente todas as mamadas durante o dia, a noite e a madrugada, muitas vezes não entrei no quarto delas até que dormissem, mas sempre acordei com o chorinho dela para mamar. Muitas vezes entrei sorrateiramente apenas para ver se estavam bem, se precisavam ser cobertas. Algumas vezes peguei a pequena do colo da mãe a coloquei no berço para que pudessem dormir com mais conforto. Presenciei a primeira papinha - doce e salgada -presenciei os dentinhos incomodando, depois nascendo, os primeiros passos, as primeiras palavras, o primeiro sorrisão, a primeira gargalhada, o solzinho matinal, os passeios matinais, todos os jantares e muitos almoços. A primeira tentativa de ir à escola - não deu certo, Sophia era ainda pequena demais , adoecia com facilidade. Na segunda tentativa, a mamãe tirou uns dias de licença para fazer a adaptação, não foi suficiente, então eu terminei. Que dureza, como sofri por ter que deixá-la chorando, fraquejei apenas 1 vez e a trouxe de volta pra casa. A levei e busquei na escola por muito tempo, dormimos TODAS juntas - as três - por muito tempo até o dia em que precisei me retirar, para que pudessem ter uma vida mais "normal', somente entre mãe e filha. Por isso o texto da Dani : "Nada será como antes", me tocou profundamente.
Enfim, estou dizendo tudo isso para que consigam entender o tamanho desta generosidade, deste amor que tenho por elas e que elas tem por mim. Muito obrigado minha irmã, por dividir comigo, na prática, a melhor e maior felicidade de sua vida: a nossa Sophia. Te amo muito, desde sempre e pra sempre!
Sem mais delongas, quero apresentar o lado dela em Ser Mãe..
A metamorfose por Juliana Cavalcanti
A vida acontece por um milagre. E também por um milagre, nos tornamos mães...
Sim, nos tornamos mães desde o momento da concepção... mas a gestação é como uma metamorfose, é o momento em que nos preparamos para sermos a pessoa mais importante da vida do ser que amaremos para sempre, indefinidamente e definitivamente! Clique
AQUI para ler na íntegra.
Feliz Ser Mãe Pra Sempre para todas vocês!!
Visitarei todos os blogs que adoro para deixar o meu carinho!
Beijos,
Re